25 dezembro 2008

Feliz Natal?!

Apesar de não ser cristão, vejo o dia de Natal como um momento muito especial. Bom pelos amigos novos e velhos. Então: Feliz Natal.

Alguns perguntam se então eu sou ateu.

Ateu?

Não, é a resposta. Não ser cristão, não significa desacreditar, significa que apenas o viés é outro.

Percebe-se então que a religião é opressora porque condiciona a verdade a uma única via (aquela que tiver mais força econômica)

Não ter religião é uma coisa, não crer em nada é outra coisa.
Ser materialista é uma coisa, ser pé no chão é outra coisa.

É certo que eu me dirijo ao invisível todos os dias em mais de um momento, porque sei que a força está presente o tempo todo.

A única coisa que não faço é dar rosto e personalidade, que são coisas muito humanas, a uma energia que transcende toda forma e todo estereótipo.

Nunca coloquei minha fé e minha convicção interior a serviço deste ou daquele rótulo.

Em analogia:
Mais do que torcer para um time, apreciar o futebol e mais além sentir prazer pelo esporte.
Mais do que gostar de música sertaneja, gostar de música e mais além sentir o prazer da arte.
Mais do que acreditar num pedacinho de barro pintado, num paninho, ou num símbolo, sentir o prazer de estar permanentemente em contato.

E em suma praticando isso todo dia (sim, porque não sou o eleito) dissolvo todo e qualquer tipo de preconceito.

Sintam-se felizes agora, não porque é Natal, mas porque vocês estão aqui e agora, compartilhando vida com outros tantos bilhões.

Obrigado a cada um dos que passaram, estão e virão cruzar o meu caminho e vice-versa.

Muita Paz


15 dezembro 2008

Soltem Muntazar al-Zaidi

Lembram daquele chinês que ficou na frente dos tanques na Praça da Paz Celestial?
Pois então, era sua única maneira de enfrentar o regime e ele o fez.
Não podemos avaliar o sentimento de um povo que está sob o jugo de uma nação gigante, que não respeita os valores locais, que impôs a um país inteiro uma dominação que já não tem nem motivo de acontecer, se é que teve um dia.
O próprio George W. Bush, reconheceu há poucos dias que errou com relação ao Iraque.
Não vou usar das mesmas armas para manifestar ingerência em assuntos de outro país, mas faço um pedido às autoridades no Iraque que soltem Muntazar al-Zaidi, porque ele não pode ser punido, por manifestar a indignação de ver seu país, sob o comando de uma nação estrangeira, imperialista e que cometeu um grave erro.
É certo que ele teve a oportunidade e manifestou o sentimento que vai no coração de muitos iraquianos.
Não se trata aqui de ser a favor do Iraque e contra os Estados Unidos, se trata apenas de remendar um erro histórico enquanto ele ainda está flamejante.
Peço Sr. George W. Bush, perdoe Muntazar al-Zaidi publicamente e peça sua libertação.
Ele tem seus motivos e a única coisa que ele tinha ao seu alcance era um par de sapatos.

13 dezembro 2008

Será que o dono sabe?

Ou Politicamente Correto é a Vovózinha

Aqui na cidade em que vivo, supermercado não dá troco, arredonda para cima e não está nem aí, quantas vezes isso acontece por dia.

Não há para quem reclamar.

Considerando que a praxe é sempre arredondar para cima a conta, pergunto:

- Para onde vai o dinheiro que sobra nos caixas no fechamento?

Caixa 2?

O dono do supermercado, coloca no bolso e vai visitar um asilo para fazer doação?

A grosso modo um supermercado como o nosso por aqui, pode embolsar pelo menos R$ 50.000 por ano só de surrupiar R$ 0,02 por cliente, a marotagem chega a R$ 0,03, porque o arredondamento para baixo, só acontece quando a conta da quebra com final 1 ou 6 de outro modo esqueça o arredondamento é para cima mesmo.

Supondo inocentemente que em algumas (todas) as cidades brasileiras acontece o mesmo faço outras perguntas:

Quanto em dinheiro, some de circulação com o não retorno deste troco?

Isso é crime contra a economia popular, ou outro tipo de crime?

Quem quer ser parceiro de uma ação pública para forçar os supermercados a devolverem o troco certo ou a restituir um bônus por cada troco não fornecido?

Se você deixar 1 centavo todos os dias no supermercado, padaria e assemelhados terá ao final de 1 ano, deixado no caminho R$ 3,65, irrisório é verdade. A questão é por quantos multiplicar essa mixaria e ver no que dá no final das contas

25 novembro 2008

Doações para Blumenau

As doações para Blumenau podem ser feitas:
1) Em dinheiro:
Caixa Econômica Federal
Agência: 0411
C/C: 80.000-0
2) Alimentos não perecíveis, roupas, cobertores, colchões, água e fraldas descartáveis:
Fundação Pró-Família
Rua Itapiranga, 368, atrás do Galegão.

05 novembro 2008

Um ano de vitórias, porém....

Aqui na minha adorada terrinha participei ativamente na campanha eleitoral e votei em Odelmo Leão para prefeito e em Hélio Ferraz - Baiano para vereador e os dois foram eleitos. O maior dos sites www.farolcomunitario.com.br que administro, pulou 1900% na audiência e mais de 400% no faturamento do Google AdSense. No blog análogo fiz campanha para Barack Obama e ele também ganhou. Torci pelo Massa e o cara foi vice mundial enquanto a Ferrari foi a campeã mundial de construtores e de quebra o Massa venceu em Interlagos. Fiquei feliz também por Lewis Hamilton ter ganho o campeonato.

Quanto a ter votado em candidatos vencedores faz muito bem para nossa auto-estima.

Quanto à performance do site ter dado saltos significativos, nem se fala, bom para o ego e para o bolso.

Tinha que ser um cara chamado "Massa" correndo numa equipe italiana para superar a frustração do dia em que o Ayrton Senna se foi, marcando seu nome na história de forma tão triste.

E o fato de Hamilton e Obama, dois negros, conquistarem posições tão importantes dentro do cenário mundial é motivo de sobra para os últimos intransigentes aceitarem que o mundo está mudando e para melhor.

Resta saber se nós aqui no Brasil, saberemos dar o respeito e o reconhecimento aos grandes negros e negras que ajudaram e ajudam a construir a história e que levaram e levam o que existe de melhor em cultura, arte, educação, justiça e civilidade, ciência e tecnologia aos quatro cantos da Terra.



Mas a vida não para por aí....

Para o alto e avante


28 outubro 2008

A simplificação da crise financeira mundial

Mais claro que isso, impossivel.
Melhor do que cinco artigos de PhD para entender as origens da crise financeira
VEJA COMO É FÁCIL ENTENDER A CRISE MUNDIAL DESSE ANO.
Tradução da crise do subprime
By Clara Marinho Pereira
É assim ó:
O seu Biu tem um bar, na Vila Carrapato, e decide que vai vender cachaça 'na caderneta' aos seus leais fregueses, todos bêbados, quase todos desempregados. Porque decide vender a crédito, ele pode aumentar um pouquinho o preço da dose da branquinha (a diferença é o sobre-preço que os pinguços pagam pelo crédito).
O gerente do banco do seu Biu, um ousado administrador formado em curso de emibiêi, decide que as cadernetas das dívidas do bar constituem, afinal, um ativo recebível, e começa a adiantar dinheiro ao estabelecimento tendo o pindura dos pinguços como garantia.
Uns seis zécutivos de bancos, mais adiante, lastreiam os tais recebíveis do banco (everage), e os transformam em CDB, RDB, CDO, CCD, UTI, OVNI, SOS ou qualquer outro acrônimo financeiro que ninguém sabe exatamente o que quer dizer.
Esses adicionais instrumentos financeiros, alavancam o mercado de capitais e conduzem a operações estruturadas de derivativos, na BM&F, cujo lastro inicial todo mundo desconhece (as tais cadernetas do seu Biu).
Esses derivativos estão sendo negociados como se fossem títulos sérios, com fortes garantias reais, nos mercados de 73 países. Até que alguém descobre que os bêubo da Vila Carrapato não têm dinheiro para pagar as contas, e o Bar do seu Biu vai à falência. E toda a cadeia sifu...
Aquele Abraço

17 setembro 2008

A História das Coisas

Se você também anda com aquela vontade de que o modelo de vida vigente mude e quer uma dica, assista esse vídeo muito legal que gente de cabeça boa, traduziu, legendou e dublou para o Português. Assista, divulgue, distribua para os amigos.





HISTÓRIA DAS COISAS
Versão brasileira - link original
Um projeto da comunidade
PERMACULTURA no Orkut
historiadascoisas@sununga.com.br

21 agosto 2008

O tamanho da imbecilidade

Como profissional de internet permaneço "logado" quase 16 horas por dia. Ossos do ofício. Administro cerca de 30 publicações eletrônicas e 8 caixas de e-mail.
Portanto é natural receber no meio da correspondência boa, um volume significativo de "spam", algo em torno de 250 mensagens diárias. Mas hoje recebi uma pérola e resolvi compartilhar com os amigos.

Meu amigo Alexis, autor da célebre frase "Porque será que todo spammer é burro?" tem toda a razão. O imbecil que produziu o meigo opúsculo transcrito abaixo vive de enganar a si mesmo.

O toupeira, o desclassificado, fica sentado numa cadeira comendo cereais e bebendo achocolatado, ou um grande pote de sorvete diante do seu PC se divertindo com os incautos que venham a clicar nos links propostos pelo mandrião.

Os links, em vermelho, óbvio, foram deletados e por favor NÃO copiem NEM colem no seu navegador, porque vocês não vão achar graça nenhuma.

O mais incrível é que o assunto do texto é a Caixa Federal, mas no texto original, o e-mail é da caixa, mas o link aponta para o Bradesco.

de recadastramento@caixa.gov.br
para
xxxxxxxx@gmail.com
data 20 de agosto de 2008 21:39
assuntoRecadastre seu computador urgente no servidor da Caixa Economica Federal.
enviado por h1160179.serverkompetenz.net

o remetente é falso e no pé do texto está o url de origem

"Caro, cliente Caixa Economica Federal.
Houve um problema interno de informações em nosso banco de dados, onde o seu computador não foi cadastrado corretamente, ocorrendo problemas ao seu acesso pelo Internet Banking e outros canais de conveniência Caixa.
Ao tentar o acesso via Internet Banking com seu computador, constará como inexistente, impossibilitando o acesso.A Cadastramento, gerado pelo dispositivo abaixo, será agregada ao processo já existente, sem substituição das senhas atuais.Para corrigir este problema, basta clicar no caminho abaixo.
hxxp:[barra, barra] w_w.petermangan.com/CaixaRecadastramento/ [ Servidor Cad.Computador - Caixa Economica Federal. ] Em caso de dúvida, contatar a central Caixa, pelo e-mail atendimento[arroba]caixa.com.br , de segunda a sexta-feira das 07:00 ás 20:00 horas
© 2008 Caixa Economica Federal. S.A. Todos os direitos reservados."
Por fim e definitivamente:
"OS BANCOS NÃO MANDAM E-MAIL PARA PEDIR RECADASTRAMENTO NEM PEDIR SENHAS NEM NÚMEROS DE DOCUMENTOS. SÓ QUEM PEDE ESSES DADOS OU SUGERE AÇÕES A PARTIR DE UM E-MAIL SÃO OS IMBECIS QUE NÃO SABEM FAZER MAIS NADA QUE TORRAR A PACIÊNCIA DE QUEM TRABALHA."

13 agosto 2008

Eleições 2008

urna
Estou me preparando para começar a falar das eleições deste ano. O silêncio que anda por aqui, dá margem a pensamentos inconclusos, sobre o que se anda verdadeiramente tramando.

Tô sentindo um nó na garganta, como se alguma coisa estivesse prester a irromper e desestabilizar a ordem das coisas.

Tenho a opinião de que dessa vez, ou seja nestas eleições, quanto menos mexer melhor. A quebra do ritmo pode trazer desequilíbrio na gestão das cidades. Trocar de prefeito só se o cara for ruim demais de serviço. Se for bom não mexa, a cidade vai sair ganhando.

10 junho 2008

A Cultura do Cagaço ou Porque o brasileiro não reage

Meu amigo Alexis Kauffmann publicou no seu blog um desabafo, que deve rondar a cabeça de muita gente por esse Brasil afora e que eu publico aqui porque também me incomoda essa mansidão social que nos assombra. Se você quiser aproveitar leia também Dar de Beber a Lázaro, que eu publiquei aqui mesmo em 2006. Fiquem agora com o texto do Alexis e se quiserem, tomem uma atitude. Aquele Abraço.

A Cultura do Cagaço ou Porque o brasileiro não reage
Essa questão aparece em tudo quanto é discussão. O governo apronta mil e umas, todo mundo se ferra, mas ninguém pega uma panela e vai para rua protestar. Por quê?

A questão é: você se manifesta? Por que não se manifesta? Por que você não pega a panela para protestar?

Porque você sabe que não vai ser apenas ignorado. Sabe que aqueles que deveriam se juntar a você, batendo panelas com você, serão os primeiros a se afastar de você, como de um leproso.

Você será alvo de humor sarcástico, você será alvo de deboche, você será alvo de todo tipo de insulto. Por quê?

Porque o brasileiro sabe que só é mantido vivo pela benevolência dos poderosos. Em nossa memória coletiva, temos bem guardados os massacres de Canudos, os porões da ditadura militar, os porões de Getúlio Vargas, os pelourinhos dos colonizadores, a chibata, o açoite, o navio negreiro, o massacre da Candelária, o massacre de Vigário Geral, o massacre dos índios, o massacre do Paraguai, o massacre, o massacre, o massacre.

Em "Tiros em Columbine", o Michael Moore discorre sobre a cultura do medo nos EUA. É que ele não conhece o Brasil. Aqui, impera a cultura do cagaço.

Não sabemos exatamente o que pode acontecer se abrirmos a boca. Mas sabemos que não pode ser coisa boa. E, na dúvida, continuamos calados. E caímos de porrada em quem abre a boca, para não sobrar para nós! Porque nós sabemos que, quando os poderosos se sentem ameaçados, não vêem mulheres, crianças ou inocentes. Na dúvida, matam todo mundo. Mandam a Tropa da Elite (eles gostam de pensar em si mesmos como "elite") passar o rodo, passar o serol, calar a boca de todo mundo.

Se, no processo, morrerem vinte que não abriram a boca, tanto melhor: na lógica do colonizador brutal, cruel, perverso, sádico, vinte inocentes mortos são bons para servir de "exemplo" aos sobreviventes.

Por isso o colonizador chega aqui e logo empala o indígena na imagem da cruz. Jesus Cristo crucificado é a mensagem perfeita do poderoso para o escravo: "Está vendo o que acontece com quem abre a boca para falar a verdade"?

É. Quem abre a boca para falar a verdade é chicoteado, açoitado, humilhado, xingado, cuspido, pisoteado. Obrigado a carregar a própria cruz morro acima, para ser pregado nela com uma coroa de espinhos e morrer em lenta agonia por três dias intermináveis.

Não existe mensagem mais direta do que a do crucifixo no altar. A cultura do cagaço começa com o cristianismo católico impingido goela abaixo. E continua com Tomé de Souza pacificando os índios. Fácil pacificar os índios: basta amarrar um deles na boca de um canhão e disparar, para servir de exemplo.

E continua com Anhangüera ameaçando incendiar os rios com cachaça. E continua com o esquartejamento de Tiradentes (não faz diferença se realmente aconteceu ou não: o que importa é o EXEMPLO, o CAGAÇO que ficou na nossa memória histórica!)!

E continua com massacres e mais massacres, intermináveis massacres de homens, mulheres e crianças. Depois de 5 séculos de massacre, não é surpresa que só tenham restado cordeiros que caminham alegremente para a próxima CPMF, resmungando pelos cantos e pela Internet, mas não muito alto, porque "pode dar problema". "Que problema" - você pergunta. "Ah, sei lá, problema ué". "Mas como você é cagão, hein?"

Só aí você verá um brasileiro valente. O brasileiro é um cagão seletivo. Ele só se caga diante dos poderosos. Diante de seus iguais, ele adora mostrar-se tão opressor quanto os que o oprimem. É o momento de vingança, de revanche por séculos de opressão. É nesse momento que ele vai pegar a arma no porta-luvas e matar você.

Alexis Kauffmann

22 maio 2008

A implosão iminente do mercado de otimização de sites (SEO) no Brasil

Por Alexis Kauffmann

O mercado de otimização de sites (SEO) no Brasil, hoje, vive uma fase de crescimento explosivo. Basta digitar "otimização de sites" ou "SEO" no Google para verificar o inchaço de um mercado que segue o rastro da demanda. Nas palavras de uma cliente, "hoje em dia, todo mundo quer fazer otimização de sites".

Empreguei a palavra "inchaço" propositalmente, porque vejo que esse crescimento todo é circunstancial e sem substância, uma autêntica bolha prestes a implodir sob o próprio peso. Pode ser difícil explicar para os deslumbrados, contaminados pela vertigem das alturas, que o topo da montanha-russa é, por sua própria natureza, a véspera da queda também vertiginosa.

No caso do mercado de otimização de sites, os fatores que estão precipitando a queda inevitável e lamentavelmente prematura podem ser resumidos em duas palavras: ignorância e preguiça. Ambos os fatores levam a más práticas e, conseqüentemente, a ineficiências que serão fatais em prazo bastante curto.

Antes de analisarmos esses fatores, vamos traçar o quadro estrutural do mercado de otimização de sites. No Google e demais buscadores, só há espaço para 10 sites na primeira página de resultados orgânicos para qualquer palavra-chave. Dez, e apenas dez sites, terão recompensado o seu esforço e investimento em otimização para qualquer palavra-chave. Assim, à medida que mais e mais sites em um mesmo segmento investirem em otimização, os esforços tenderão a se anular ao longo do tempo. Leia o artigo completo

07 maio 2008

Atendimentos com o xamã Shairy - Lançamento do livro da Bia Labate

Filhos da Terra é um espaço que agrega e viabiliza que homens do saber nativo possam se encontrar e unir seus conhecimentos. Em maio recebemos o Homem de medicina e sacerdote Don Jose Shairy Quimbo de etnia Otavalo vindo do Equador.
É filósofo, fundador da escola Andina Kuri-Muyu, músico e compositor. Considerado um mensageiro da Sabedoria Ancestral Andina da linhagem Condor Blanco e fundador da sabedoria xamânica musical andina Taky Samy.
Trabalha utilizando os 4 elementos combinados com instrumentos e sons, objetos sagrados e respiração xamânica. Seu sopro xamânico tem o poder de eliminar as energias negativas, dissolvendo os medos e limpando o caminho para a determinação. Faz uma leitura com velas que permite conhecer a realidade física, emocional e mental canalizando mensagens-guias para uma melhor condução de vida da pessoa e uma conexão com os seus propósitos.
Palestra: A Sacralidade do Masculino
06/05 - 20h30

Ele fará atendimentos individuais até os dias 09/05/2008

Não perca essa chance!

Maiores Informações

Filhos da Terra
R Conceição de Monte Alegre 1589
Fones: 3582 7808 / 9707 0097

Lançamento do livro "Religiões ayahuasqueiras: um balanço bibliográfico", de Bia Labate na livraria Cultura do Conjunto Nacional, Av Paulista, 2073 Fone: 3170-4033, dia 8/05/2008 - a partir das 18h30

26 abril 2008

Violência doméstica



Um estudo do Ministério da Justiça mostra que, em cada dez crianças, sete são agredidas pelos pais. A violência doméstica acontece em todas as classes sociais, mas o tema é tabu entre famílias de maior poder aquisitivo

31 março 2008

Violência sem trégua

Estudo feito na Fiocruz indica que grávidas vítimas de violência conjugal continuam a ser agredidas após o nascimento dos filhos

31/03/2008
Por Thiago Romero


Agência FAPESP – Um grupo de mulheres vítimas da violência nas relações conjugais optou pela gravidez com a expectativa de que os filhos consolidassem a família, garantindo maior segurança na vida conjugal.

Mas, segundo a tese de doutorado Vozes do silêncio: estudo etnográfico sobre violência conjugal e fertilidade feminina, defendida no Instituto Fernandes Figueira, unidade da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) no Rio de Janeiro, nos casos analisados a “estabilidade” no casamento após o nascimento das crianças não ocorreu e, pior, muitas vezes acabou expondo a mulher a riscos ainda maiores.
A autora do trabalho, Corina Mendes, do Instituto de Pesquisa Clínica Evandro Chagas da Fiocruz, entrevistou, durante um ano, 85 mulheres no Centro Integrado de Atendimento à Mulher (Ciam), serviço do Conselho Estadual dos Direitos da Mulher que presta atendimento psicossocial e jurídico a vítimas de violência.
A pesquisadora traçou a trajetória dessas mulheres com o objetivo de avaliar as implicações da violência conjugal em suas vidas reprodutivas. “Ainda que elas tenham uma forte percepção de que o amor possa reparar os danos causados pela violência, o trabalho nos mostra que a gravidez não as protege”, disse à Agência FAPESP.
“Para a maioria, a decisão de engravidar foi tomada como uma experiência reparadora do relacionamento violento, mas essa expectativa de proteção não correspondeu, em nenhuma delas, a um novo padrão de relação após a gestação”, explicou.
Em alguns casos houve mudanças temporárias no padrão de comportamento. “Mas, de modo geral, a gravidez não só não alterou as práticas violentas como também fez com que algumas mulheres experimentassem sentimentos de vulnerabilidade ainda mais intensos. O agressor passou a dirigir a agressão a dois focos: à mulher e à própria gravidez”, disse a psicóloga, que também trabalha na Assessoria de Prevenção de Acidentes e Violência da Secretaria de Estado de Saúde e Defesa Civil do Rio de Janeiro.

Corina constatou que a idealização da família de origem dessas mulheres, ou seja, o fato de muitas delas não terem vindo de um ambiente familiar consolidado e terem passado por experiências de desamparo, teve grande influência na decisão de engravidar.
Segundo ela, todas as mulheres do estudo tiveram a decisão voluntária de engravidar. “É importante ressaltar que nenhuma engravidou por conta de violência sexual, apesar de esse tipo de violência também fazer parte da relação conjugal de algumas delas”, apontou. Lei Maria da Penha

Para Corina Mendes, mesmo que a magnitude desse tipo de agravo ainda seja subestimada no Brasil, diariamente mulheres vítimas de violência doméstica procuram os setores de saúde da rede pública e privada no país.

“Só o Ciam, no Rio de Janeiro, recebe uma média de 600 casos de violência conjugal por mês. E a literatura científica nos mostra que hoje cerca de 20% das mortes maternas podem estar associadas à violência no período de gestação”, disse.
Dentre as formas de violência mais comuns se destacam a agressão física sob a forma de tapas e empurrões, a violência psíquica de xingamentos e as ameaças por meio de objetos quebrados ou atirados, roupas rasgadas e outras formas indiretas de agressão.
Assim como o estudo, que foi realizado com mulheres que romperam os limites do espaço privado para buscar ajuda institucional no Ciam, a psicóloga explica que um instrumento que tem feito com que vítimas de agressão comecem a buscar ajuda fora do ambiente familiar é a Lei Maria da Penha, que entrou em vigor em setembro de 2006.
Trata-se de uma homenagem à biofarmacêutica cearense Maria da Penha Maia, que se tornou símbolo da luta contra a violência doméstica após ter lutado durante 20 anos para ver seu agressor condenado.
“A lei veio como uma ação afirmativa em um cenário no qual qualquer agressão contra a mulher que ia parar no juizado especial criminal era tratada como uma lesão de menor potencial ofensivo. Isso dava abertura a conciliações cujas penas alternativas, na maior parte das vezes, era uma cesta básica que saía da mesa da própria mulher. Com a lei, as mulheres brasileiras estão rompendo o silêncio do espaço privado para buscar intervenções junto ao Estado”, destacou.
A Lei Maria da Penha alterou o Código Penal brasileiro e fez com que triplicasse, de um para três anos, o tempo máximo de prisão para agressões domésticas contra mulheres, além de ter aumentado os mecanismos de proteção, entre eles a saída do agressor de casa, a proteção dos filhos e o direito de a vítima reaver seus bens. A lei também permite que agressores sejam presos em flagrante ou que tenham prisão preventiva decretada.

Primeira Noite Indiana de Uberlândia


Noite Indiana Shiva e Shakti


O Instituto SEVA apresenta a primeira Noite Indiana em Uberlândia, dia 19 de abril, no Uberlândia Clube, Rua Santos Dumont, 517. Com jantar indiano, show com músicas indianas e apresentações de dança do ventre.Shiva é a divindade masculina, que representa a consciência universal, a essência passiva. Shakti é a divindade feminina, que representa a ação criadora, a essência ativa. O universo é um jogo múltiplo de dois princípios: enquanto SHIVA é a consciência absoluta, SHAKTI cria o movimento. Os dois formam uma única força.
Esta força suprema está presente, não apenas no ser humano, mas em todas as coissas.Não fica fora dessa, venha conferir!Informações e Ingressos pelo telefone: Espaço de Terapias Holísticas – 3236- 9384


Gabrielle Andrade
gabizinha.new@hotmail.com

22 março 2008

Para pensar

HOJE É O DIA MUNDIAL DA ÁGUA
CUIDE BEM DELA
AMANHÃ É PÁSCOA
TODO RECOMEÇO É SAUDÁVEL
PAZ E LUZ PRÁ VOCÊS

jornal web Farol Comunitário

Pode acreditar

Tudo vale a pena se a alma não é pequena - Fernando Pessoa